Homem-Aranha: Longe de Casa – MFC Resenha 11

 

 

Homem-Aranha: Longe de Casa

 

MFC Resenha

 


 

Homem-Aranha: Longe de Casa (2019) é o segundo filme feito pela Marvel Studios e o 23º do Universo Cinematográfico Marvel (UCM).

 

O filme foi dirigido por Jon Watts, que também dirigiu o primeiro filme Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), além do retorno de Tom Holland como Peter Parker/Homem-Aranha, Zendaya como MJ, Samuel L. Jackson como Nick Fury e Jake Gyllenhaal estreando como Quentin Beck/Mysterio.

 

Peter Parker irá viajar a Europa com seus colegas de escola, onde irá presenciar aventuras em um mundo pós blip, como foi chamado o período de cinco anos entre Guerra Infinita e Ultimato. Dessa forma, será possível visualizar um pouco mais de perto os efeitos que os eventos de Vingadores: Ultimato (2019) tiveram no dia-a-dia das pessoas no UCM.

 

O filme é cheio de cenas de ações e momentos divertidos e nos mostra novas facetas do Cabeça de Teia do Tom Holland, como as suas novas habilidades, seus sentimentos pela MJ, seu relacionamento com Nick Fury e o grande fardo que lhe recai após a morte do Homem de Ferro, seu mentor.

 

Homem-Aranha: Longe de Casa resultou num filme interessante que não precisa se posicionar entre os melhores do UCM para ser lembrado, pois a introdução de Mysterio é razão suficiente para os fãs do herói desfrutarem de um dos personagens mais interessantes de seu mundo, além das cenas cheias de efeitos especiais incríveis e uma edição da mais alta qualidade.

 

Apesar disso, quando avaliada como o encerramento da Fase Três, o filme deixa muito a desejar como aconteceu com Homem-Formiga e a Vespa (2018), que foi lançado logo após Vingadores: Guerra Infinita (2018). Nesta ocasião, o peso do Homem-Aranha: Longe de Casa é maior, já que é o título que encerra uma temporada crucial da Marvel Studios e abre as portas para a Fase Quatro do UCM.

 

 

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